terça-feira, 13 de maio de 2008

Cochrane Library Research

There are 31 results out of 5320 records for: "MeSH descriptor Breast Neoplasms explode all trees in Cochrane Database of Systematic Reviews"

Site da Anvisa

Tratamento do câncer de mama ganhará genéricoRení TognoniFonte: O Globo - País - 28/04/2001
SÃO PAULO. Na sexta-feira chega às farmácias o primeiro medicamento genérico para tratamento de câncer de mama, o tamoxifeno, cujo equivalente é o Novaldex. O genérico será produzido pelo laboratório alemão Hexal, que fará o lançamento oficial do medicamento no Brasil no Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), em São Paulo.O genérico é 53% mais barato que seu equivalente. Enquanto uma caixa do remédio de marca é vendido a R$ 147,38, o genérico chegará ao consumidor por R$ 69,60.Segundo a gerente de desenvolvimento de mercado, Telma Salles, a Hexal está preparada para atender à demanda.- Como o laboratório é em São Paulo, o genérico deverá chegar antes às farmácias paulistas, mas temos recebido pedidos de vários lugares. É um genérico importante - afirmou, lembrando que, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 32 mil casos de câncer de mama devem surgir este ano e quase nove mil mortes devem ocorrer por causa da doença.O tamoxifeno é vendido há dez anos na Alemanha, onde os medicamentos genéricos foram lançados há 25 anos.No Brasil, o genérico foi registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em 30 de janeiro. O tempo médio para que um genérico chegue ao mercado é de três meses. Segundo a Anvisa, outros 330 pedidos de registro de genéricos estão sendo providenciados e devem ser lançados ao consumidor até o fim do ano.- A Vigilância Sanitária está com um trabalho muito eficaz em registro de genérico. O do tamoxifeno saiu em 30 dias - disse Telma.O laboratório Hexal, segundo ela, deve lançar outros dez produtos genéricos no mercado ainda este ano, a maioria para hipertensão. Em 2002, Telma revela que outro genérico para o tratamento do câncer será lançado pela empresa, mas ela não revelou qual.Atualmente, 22 laboratórios produzem genéricos no Brasil. São 80 substâncias diferentes para venda em farmácia. No início deste ano eram 59.


Sai remédio contra o câncer de mamaFonte: Correio Braziliense - Ciência & Saúde/ Genéricos - 29/04/2001
Chega às farmácias na próxima semana o primeiro genérico para combater câncer: o tamoxifeno, equivalente ao Novaldex. O remédio é essencial no tratamento do câncer de mama, o tipo mais freqüente da doença em mulheres. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama será responsável por 32 mil novos casos e quase 9 mil mortes neste ano. Para o consumidor, o lançamento do tamoxifeno significa economia. Enquanto o remédio de marca (caixa com 30 comprimidos de 20 mg) custa R$ 147,38, o genérico será vendido por R$ 69,60. A redução de preço é de 53%. Importado da Alemanha pelo laboratório Hexal, o tamoxifeno chegará primeiro às farmácias de São Paulo e depois às do restante do país.

MedlinePlus:Breast Cancer

Lifestyle vs. Breast Cancer
The Role of Food, Fitness, and Weight in Your Risk of Breast Cancer

Article date: 2006/10/12

Each year, we learn more about how a woman's lifestyle and health habits -- the kind of food she eats, how much she weighs, the amount she exercises -- can affect her risk of developing breast cancer. American Cancer Society experts Colleen Doyle, MS, RD, director of nutrition and physical activity, and Heather Spencer Feigelson, PhD, MPH, strategic director of genetic epidemiology, discuss the latest research.
Q: For women who want to lower their risk of breast cancer, is there any benefit to watching what you eat, controlling your body weight, and getting regular physical activity?
Feigelson: Absolutely. We know that being overweight can increase the risk of breast cancer after menopause
. And that risk increases with weight gain. Women who gain more than 70 pounds as adults double their risk.
Physical activity has been associated with a 10%-25% reduction in risk. Maintaining a healthy weight,
being physically active, and reducing alcohol intake are the best ways for women to reduce their risk of
breast cancer.
Of course, all women age 40 and older need to be getting yearly mammograms to uncover any sign
of breast cancer as early as possible, when treatments are most successful.
Q: Are there specific foods, eating plans, or calorie levels that you recommend for women who want
to lower their risk of breast cancer? What about a low-fat diet?
Doyle: There are no specific foods a woman should eat to reduce breast cancer risk. For women who are
concerned about their risk of breast cancer, the best eating plan (and calorie level) is one that helps them
achieve a healthy weight.

Perguntas e respostas sobre o câncer

1) O que é câncer?
Câncer é definido como um grupo de doenças que se caracterizam pela perda do controle da divisão celular e pela capacidade de invadir outras estruturas orgânicas.

2) O que causa o câncer?
O câncer pode ser causado por fatores externos (substâncias químicas, irradiação e vírus) e internos (hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas). Os fatores causais podem agir em conjunto ou em seqüência para iniciar ou promover o processo de carcinogênese. Em geral, dez ou mais anos se passam entre exposições ou mutações e a detecção do câncer.

3) O câncer é hereditário?
Em geral o câncer não é hereditário. Existem apenas alguns raros casos que são herdados, tal como o retinoblastoma, um tipo de câncer de olho que ocorre em crianças. No entanto, existem alguns fatores genéticos que tornam determinadas pessoas mais sensíveis à ação dos carcinógenos ambientais, o que explica por que algumas delas desenvolvem câncer e outras não, quando expostas a um mesmo carcinógeno.

4) O câncer é contagioso?
Não. Mesmo os cânceres causados por vírus não são contagiosos como um resfriado, ou seja, não passam de uma pessoa para a outra por contágio. No entanto, alguns vírus oncogênicos, isto é, capazes de produzir câncer, podem ser transmitidos através do contato sexual, de transfusões de sangue ou de seringas contaminadas utilizadas para injetar drogas. Como exemplos de vírus carcinogênicos, tem-se o vírus da hepatite B (câncer de fígado) e vírus HTLV - I / Human T-lymphotropic virus type I (leucemia e linfoma de célula T do adulto).

5) Qual a diferença entre câncer in situ e invasivo?
O carcinoma in situ (câncer não invasivo) é o primeiro estágio em que o câncer não hemapoético pode ser classificado. Nesse estágio, as células cancerosas estão somente na camada da qual elas se desenvolveram e ainda não se espalharam para outras camadas do órgão de origem. A maioria dos cânceres in situ é curável, se for tratada antes que progrida para a fase de câncer invasivo. Nessa fase, o câncer invade outras camadas celulares do órgão e invade e ganha a capacidade de se disseminar para outras partes do corpo.

6) O câncer tem cura?
Desde o início do século até o momento, a postura da sociedade em geral é de acreditar que o câncer é sempre sinônimo de morte, e que seu tratamento raras vezes leva à cura. Atualmente, muitos tipos de câncer são curados, desde que tratados em estágios iniciais, demonstrando-se a importância do diagnóstico precoce. Mais da metade dos casos de câncer já tem cura.

7) Todo tumor é câncer?
Não. Nem todo tumor é câncer. A palavra tumor corresponde ao aumento de volume observado numa parte qualquer do corpo. Quando o tumor se dá por crescimento do número de células, ele é chamado neoplasia - que pode ser benigna ou maligna. Ao contrário do câncer, que é neoplasia maligna, as neoplasias benignas têm seu crescimento de forma organizada, em geral lento, e o tumor apresenta limites bem nítidos. Elas tampouco invadem os tecidos vizinhos ou desenvolvem metástases. Por exemplo, o lipoma e o mioma são tumores benignos.

8) O câncer pode ser prevenido?
Os cânceres causados pelo tabagismo e pelo uso de bebida alcóolica podem ser prevenidos em sua totalidade. A Sociedade Americana de Cancerologia estimou para 1998 cerca de 175.000 mortes por câncer causadas pelo uso do tabaco e um adicional de 19.000 mortes relacionadas ao uso excessivo de álcool, freqüentemente em associação com o uso do tabaco. Muitos cânceres que estão relacionados à dieta também podem ser prevenidos. Evidências científicas sugerem que aproximadamente um terço das mortes por câncer estão relacionadas a neoplasias malignas causadas por fatores dietéticos. Além disso, muitos cânceres de pele podem ser prevenidos pela proteção contra os raios solares. Exames específicos, conduzidos regularmente por profissionais da saúde podem detetectar o câncer de mama, cólon, reto, colo de útero, próstata, testículo, língua, boca e pele em estádios iniciais, quando o tratamento é mais facilmente bem sucedido. Auto-exames de mama e pele podem também resultar no diagnóstico precoce de tumores nessas localizações.

9) Quais são os progressos na prevenção do câncer?
Recentemente, tem-se observado importantes progressos na prevenção, diagnóstico e terapêutica do câncer. Os efeitos da prevenção primária, como a redução da prevalência do tabagismo, já podem ser observados na população masculina norte-americana, enquanto no Brasil os esforços são contínuos para se aumentar a adesão aos programas de controle do tabagismo. As novas estratégias que ajudam os fumantes a abandonar o cigarro, como o uso dos adesivos de reposição de nicotina e as terapias de apoio psicológico, já vêm apontando para resultados favoráveis em diferentes estudos científicos. O redirecionamento dos padrões dietéticos vem também ganhando adesão crescente em nosso país. No que diz respeito à prevenção o exame de Papanicolaou e a mamografia, respectivamente, na detecção do câncer do colo do útero e de mama, diferentes estudos científicos têm mostrado sua utilidade no diagnóstico precoce desses cânceres, embora o impacto da mamografia, sobre a mortalidade por câncer de mama ainda seja objeto de investigações.

10) Como uma pessoa com câncer pode ser tratada?
O tratamento do câncer requer uma estrutura médico-hospitalar e recursos humanos qualificados, integrando equipes multiprofissionais. O tratamento propiamente dito do câncer pode ser feito pela cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, utilizadas de forma isolada ou combinada, dependendo do tipo celular do órgão de origem e do grau de invasão do tumor.

11) Quem está sob risco de desenvolver câncer?
Qualquer pessoa. Como a ocorrência do câncer aumenta com a idade do indivíduo, a maioria dos casos acontece entre adultos de meia idade ou os mais velhos. O risco relativo mede a relação existente entre os fatores de risco e o câncer. Ele compara o risco de um câncer se desenvolver em pessoas com determinada exposição ou característica ao risco observado naquelas pessoas sem essa exposição ou característica. Por exemplo, os fumantes têm um risco relativo 10 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão quando comparados aos não fumantes. A maioria dos riscos relativos não apresenta essa dimensão. Por exemplo, as mulheres com uma história familiar em primeiro grau de câncer de mama (ocorrência da doença em mãe, irmã ou filha) têm cerca de duas vezes mais risco de desenvolver câncer de mama, quando comparadas às mulheres que não apresentam essa história familiar.

12) Quais as fontes de dados de informação em câncer?
Os dados dos Registros de Câncer - Populacionais e Hospitalares - e os dados de Mortalidade constituem-se na base das informações para estudar a magnitude do câncer no Brasil. Os Registros de Câncer se caracterizam como centros sistematizados de coleta, armazenamento e análise da ocorrência e das características de todos os casos novos de câncer, ocorridos em uma população (Registros de Câncer de Base Populacional - RCBP) ou em um hospital (Registros Hospitalares de Câncer - RHC). Os RCBP produzem informações sobre a incidência do câncer em uma população geograficamente definida.
Os RHC levantam informações sobre as características dos tumores e a avaliação da sobrevida e assistência prestada ao paciente com neoplasia maligna atendidos nos hospitais. O principal papel dos Registros de Câncer é fornecer subsídio aos profissionais da área da saúde para a avaliação da qualidade da assistência prestada, para a pesquisa sobre o câncer e para o planejamento das ações de saúde. Existem hoje no Brasil cinco Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) com informações consolidadas e cerca de 15 em diferentes fases de implantação e operacionalização.
A expectativa de que em futuro próximo haverá cerca de 20 RCBP produzindo informações de qualidade sobre a incidência do câncer no Brasil é um fato relevante para a garantia de que as próximas estimativas do número de casos novos de câncer aproximem-se cada vez mais da realidade nacional. Estes registros têm sido as fontes que nos permitem a avaliação de dados referentes a incidência de câncer no país. Com relação à mortalidade, a fonte de dados é o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.
A maioria dos estudos brasileiros sobre a saúde da população baseia-se na análise de dados sobre a mortalidade por uma determinada causa, porque a morte dá origem a um documento legal, de preenchimento obrigatório - o atestado de óbito. Apesar de apresentar problemas de subnotificação, a qualidade dessa informação é considerada boa para as neoplasias malignas, dada a necessidade de hospitalização da maioria dos pacientes e o conhecimento dos óbitos ocorridos nos hospitais. Os dados dos RCBP e do SIM constituem-se na base de cálculo das estimativas de casos novos e de óbitos por câncer no Brasil.

Mitos e Verdades sobre o Câncer de Mama

Mito: Você não precisa de mamografias regularmente, se fizer o auto-exame todos os meses e visitar seu médico anualmente.

Verdade: Nem o auto-exame, nem o exame médico, nem a mamografia são eficientes sozinhos! Alguns cânceres de mama são detectados apenas com a mamografia.Outros são detectados apenas com exame médico, por esta razão, a "American Cancer Society (ACS)" e outros, recomendam a mamografia, junto com o auto-exame e o exame físico feito por um profissional de saúde.

Mito: Mamografias são dolorosas.
Verdade: O teste em si não é realmente doloroso, pode haver apenas um desconforto momentâneo quando os seios são comprimidos pelo aparelho de raio-x.Para ajudar a evitar esse desconforto, as mulheres devem considerar seu ciclo menstrual quando marcar sua mamografia. O período ideal para o exame é logo após a menstruação".

Mito: A radiação a que a mulher é exposta é prejudicial à saúde.

Verdade: "O nível de radiação é cada vez menor nos equipamentos mais modernos e segundo a "American Cancer Society", os benefícios potenciais da mamografia para encontrar o câncer de mama cedo são infinitamente maiores que um pequeno risco da radiação.

Mito: O tecido denso do seio em mulheres jovens impossibilita completamente a visualização de tumores pela mamografia

Verdade: Apesar de ser verdade que densidade do tecido mamário nas mulheres jovens dificulta a visualização, esta continua sendo a única forma de detectar microcalcificações que podem ser sinais de um início de câncer de mama. Contudo, o auto exame regular continua sendo particularmente importante para essas mulheres.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

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Pesquisa Datasus

D.5.5 Taxa de incidência de câncer de mama feminina Ficha de qualificaçãoConceituaçãoNúmero estimado de casos novos por câncer de mama feminina, expresso por 100 mil habitantes, em determinado local e período.InterpretaçãoExiste no Brasil uma grande carência de informações e dados estatísticos sobre incidência de câncer. Atualmente cinco Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) estão em funcionamento com informações já publicadas sobre incidência de câncer, representando cada macrorregião do país. Mesmo com a ampliação de registros, visando obter dados muito próximos da realidade e consequentemente um perfil bastante fidedigno da distribuição do câncer no país, não significaria que estimativas continuassem a ser um bom instrumento para se ter as informações de um país da extensão territorial brasileira.Não resta a menor dúvida de que quanto melhor for o conjunto de elementos numéricos disponíveis, mais fácil fica a tarefa de produzir estimativas mais próximas a realidade e, portanto, confiáveis. Porém, qualquer estimativa, em especial aquelas relativas às ocorrências futuras, contém um elemento de incerteza, que não pode ser eliminado, por maior que seja a quantidade de informações em que se baseie.Ainda que não se possa ter certeza a respeito das tendências futuras da população, sobre as quais se elaboram as estimativas de ocorrência de doenças, estas podem servir a um propósito útil e prático, indicando números aproximados, que, à luz das informações atualmente disponíveis, parecem ser os mais provavelmente alcançados.UsosOs dados estatísticos e de projeção têm um papel importante e fundamental como guia para orientar decisões e possibilitar planejamentos, mesmo com seu pequeno grau de imprecisão.Os dados de morbidade - Registros de Câncer de Base Populacional - e os dados de mortalidade constituem-se nos alicerces para delimitar a magnitude do problema do câncer no Brasil assim como, auxiliar na definição de políticas de intervenção para adequado planejamento e gerenciamento de ações preventivas, de controle e curativas do câncer no Brasil.LimitaçõesApesar das dúvidas quanto a precisão de dados estimados, esses ainda se constituem em poderoso auxilio para ações de proteção a população, principalmente em países como o Brasil, onde espera-se que intervenções organizadas modifiquem o perfil da morbi-mortalidade do câncer.A existência, hoje, de cinco Registros de Câncer de Base Populacional em funcionamento com informações publicadas, apesar de situados um para cada macrorregião do país, são ainda em número insuficiente para que se diminua o grau de incerteza desses dados.FonteTaxas de incidência disponibilizadas pelos Registros de Câncer de Base Populacional.Bases demográficas disponibilizadas pelo IBGE.Método de CálculoPara o cálculo do número de casos novos por câncer de mama feminina, esperados para 1997, a fonte primária de dados foram os Registros de Câncer de Base Populacional. Utilizou-se os dados disponíveis, em publicação ou em relatório, dos cinco registros em funcionamento e com dados publicados, hoje, no país, já descritos na introdução. Foram utilizadas as informações disponíveis nos registros, relativas aos seguintes anos:Belém (1987, 1988, 1989-91);Fortaleza (1979-82, 1983, 1985);Goiânia (1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);Campinas (1991, 1992, 1993); ePorto Alegre (1979-82, 1987, 1990, 1991, 1992 e 1993).Foi calculado o número médio de casos novos por câncer de mama feminina, para cada registro dentro do período das informações disponíveis e a partir da população média do mesmo período, calculou-se uma taxa média de incidência para cada RCBP.Essa taxa média gerada foi multiplicada pela população estimada para 1997, disponibilizada pelo IBGE, de cada macrorregião que está sediado o RCBP e o número gerado representa o número de casos novos por câncer de mama feminina, esperados em 1997 para cada macrorregião do país.A soma desses números gerou o número de casos novos por câncer de mama feminina, esperados para o Brasil em 1997.O número de casos novos esperados para cada macroregião em 1997, dividido pela população padrão estabelecida (população censitária para o ano de 1991 - IBGE) segundo a metodologia aplicada, gerou a taxa bruta de incidência estimada por câncer de mama feminina, para cada macroregião em 1997.E o número de casos novos por câncer de mama feminina, no Brasil dividido pela população censitária do Brasil de 1991, gerou a taxa bruta de incidência estimada de câncer para o Brasil em 1997.Além do cálculo do número total de casos novos por câncer de mama feminina e as taxas brutas de incidência de câncer, calculou-se esses índices a partir dos dados publicados no Câncer no Brasil - dados dos registros de câncer de base populacional, Vol II, 1995.Observação: código C50 (mama), segundo a CID-O2 (Classificação Internacional de Doenças - Oncologia, Segunda Revisão), proveniente da CID-10.Categorias de análiseUnidade geográfica: Brasil e Grandes Regiões.Sexo: feminino.Faixa etária (para todas as localizações): todas as idades.Dados estatísticos e comentáriosDados ainda não disponíveis.

sábado, 5 de abril de 2008

Scielo-Ingestão de gorduras e o câncer de mama

A hipótese de que uma dieta rica em gordura promova o desenvolvimento do câncer de mama na menopausa é fortalecida por estudos caso-controle, que mostram forte associação positiva entre uma dieta rica em lipídios e as taxas de incidência de câncer de mama. Por outro lado, a ingestão dietética de gordura não parece estar relacionada com o risco de câncer de mama em estudos de coorte. Em vista desses achados conflitantes, tem sido difícil propor qualquer recomendação nutricional para a prevenção do câncer de mama. Estudos com animais e observações recentes em humanos, entretanto, têm mostrado evidências de que a dieta rica em ácido graxo linoléico estimula vários estágios no desenvolvimento de câncer mamário. Alguns estudos ainda mostram que o óleo de peixe, constituído de ácidos graxos w-3, parece prevenir o câncer pela influência sobre a atividade de enzimas e proteínas relacionadas à proliferação celular. Assim, são necessários estudos epidemiológicos que integrem as interações de ácidos graxos específicos com o catabolismo hormonal, fatores nutricionais protetores e de risco relacionados com o câncer de mama. Termos de indexação: ácidos graxos; dieta; ingestão de gordura; lipídeos; neoplasias mamárias.

Lilacs-Introdução

O câncer de mama é atualmente um dos principais problemas de saúde do mundo e no Brasil sua incidência vem aumentando gradativamente. Entre as medidas profiláticas, para pacientes de alto risco, destacam-se as cirurgias como a mastectomia e a ooforectomia. Apesar da redução na incidência de câncer de mama, não há consenso para se indicar a mastectomia profilática. Diversos fatores devem ser avaliados, como hereditariedade, presença e multiplicidade de lesões precursoras, anormalidades mamográficas somados com a densidade mamária mamográfica. Além disso, o grau de ansiedade da paciente, a idade e os riscos devem ser avaliados com muita cautela. Mais de uma consulta é recomendável para melhor relação médico-paciente. É imprescindível esclarecer a paciente para um possível insucesso na reparação estética e perda de sensibilidade na papila. Há consenso em que a mastectomia profilática é uma opção benéfica para pacientes que já tiveram câncer contra-lateral, preferencialmente as jovens com mamas densas ou alterações mamográficas múltiplas. Embora a pesquisa de mutações do BRCA-1 ou 2 para mulheres jovens com mais de duas parentes na pré-menopausa com câncer de mama e/ou ovário não seja rotineira, é um elemento importante de seleção das pacientes para ambas cirurgias profiláticas (ovário e mama). A ooforectomia profilática reduz em até 50 porcento a incidência do câncer de mama e mais de 95 porcento do câncer de ovário, quando realizada na pré-menopausa.(AU)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Meu resultado do decs

Descritor Inglês:

Breast Neoplasms
Descritor Espanhol:

Neoplasias de la Mama
Descritor Português:

Neoplasias Mamárias
Sinônimos Português:

Câncer MamárioTumores MamáriosNeoplasias da MamaTumores da MamaCâncer da Mama
Categoria:

C04.588.180C17.800.090.500
Definição Português:

Tumores ou câncer da MAMA humana.
Nota de Indexação Português:

somente humano; NEOPLASIAS DA MAMA MASCULINA também está disponível; veja nota lá; para animal use NEOPLASIAS MAMÁRIAS ANIMAIS ou NEOPLASIAS MAMÁRIAS EXPERIMENTAIS: Manual da NLM 24.5+, 24.6+; coord como primário com tipo histológico de neoplasia (como primário)